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Regional - Lajeado

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A Emater/RS-Ascar de Lajeado é formada pelos municípios integrantes dos conselhos regionais de desenvolvimento (Coredes) dos vales do Taquari e Caí. A região engloba 55 municípios divididos em seis microrregiões, com municípios agregados pela similaridade de suas matrizes produtivas, etnias, organização social e política. Além disso, também faz parte do escritório o centro regional de qualificação de agricultores de Teutônia (Certa).

Quanto às ações desenvolvidas nos segmentos de produção e produtividade das culturas, o Escritório Regional de Lajeado soma referenciais não somente para a região, mas também para o Estado. O milho é cultivado em 46 municípios e é utilizado principalmente para alimentação animal na forma de silagem e ração. A área situa-se em 63 mil hectares, com produtividade média de 4,8 mil quilos por hectare. Cultivada nos municípios do Vale do Taquari, a soja possui uma área de 15 mil hectares e produtividade média estimada em 3 mil quilos por hectare. Cruzeiro do Sul e Anta Gorda possuem destaque na atividade com 3,1 mil e 2,4 mil hectares, respectivamente.

A olericultura concentra-se no Vale do Caí, nos municípios de Bom Princípio, Capela de Santana, Harmonia, Montenegro, São José do Hortêncio e São Sebastião do Caí. O principal cultivo é o aipim com áreas de 850 hectares em Montenegro, 600 hectares em São José do Hortêncio e 400 hectares em São Sebastião do Caí. Também são cultivadas todas as outras olerícolas, com destaque para alface, repolho, couve-flor – o município de Linha Nova é o maior produtor do estado com mais de 3,6 toneladas ao ano -, brócolis, pimentão, beterraba e pepino. O Vale do Caí é uma das três maiores regiões em abastecimento da Ceasa.

A fruticultura no Vale do Taquari envolve 1,8 mil famílias e abrange 2,7 mil hectares de pomares comerciais de frutíferas – uva, laranja, bergamota, pêssego e melancia. A maior expressão do segmento está na viticultura, com área de 1,7 mil hectares, sendo a metade da produção, oriunda do município de Dois Lajeados. Apesar da produção de citros estar presente em todo o Estado, o Vale do Caí é um referencial de produção, variedades, desenvolvimento de tecnologias dos pomares com mão-de-obra especializada e produção de mudas para as demais regiões. Com área de 11,7 mil hectares de citros e uma produção de 202 mil toneladas ao ano, o Vale do Caí é o maior produtor de bergamotas do Rio Grande do Sul, com 76% da produção total no Estado.

Destaque na região do Vale do Taquari, a produção leiteira passou por significativas mudanças nos últimos anos. Se em 2006 cada propriedade da agricultura familiar, produzia uma média de 57 litros por dia, hoje, este número saltou para uma média superior a 110 litros por dia. Tomando como base os dados do IBGE, percebe-se um aumento da produção local da ordem de 38% - saltando de 232 milhões de litros para 321,4 milhões de litros por ano. O rebanho também cresceu, passando de 77 para 104 mil animais em ordenha que produzem, em média, 3.078 litros por vaca, ao ano, em cada uma das 7.962 unidades de produção familiar.

No Vale do Caí, são produzidos, anualmente, 18,6 milhões de litros de leite, com uma média de 103 litros por dia em cada uma das mil unidades de produção. Em termos de capacidade industrial, são 27 laticínios de distintos portes em operação nas duas regiões, estando localizados em 17 municípios. Também a avicultura é outra atividade incentivada na região. São 4,5 milhões de aves, isto é, 70% das aves criadas no Estado. O município de Nova Bréscia é o maior produtor, com seis milhões de frangos de corte. A região ainda tem destaque na caprinocultura, piscicultura e apicultura.

O Escritório Regional de Lajeado é composto pelos municípios: Alto Feliz, Anta Gorda, Arroio do Meio, Arvorezinha, Barão, Bom Princípio, Bom Retiro do Sul, Brochier, Canudos do Vale, Capela de Santana, Capitão, Colinas, Coqueiro Baixo, Cruzeiro do Sul, Dois Lajeados, Doutor Ricardo, Encantado, Estrela, Fazenda Vilanova, Feliz, Forquetinha, Harmonia, Ilópolis, Imigrante, Lajeado, Linha Nova, Maratá, Marques de Souza, Montenegro, Muçum, Nova Bréscia, Pareci Novo, Paverama, Poço das Antas, Pouso Novo, Progresso, Putinga, Relvado, Roca Sales, Salvador do Sul, Santa Clara do Sul, São José do Hortêncio, São José do Sul, São Pedro da Serra, São Sebastião do Caí, São Vendelino, Sério, Tabaí, Taquari, Teutônia, Travesseiro, Tupandi, Vale Real, Vespasiano Correa e Westfália.

Gerência

Marcelo Antônio Araldi Brandoli – Gerente Regional

Marcelo Antônio Araldi Brandoli tem 44 anos, é natural de Entre Rios do Sul e cresceu em Frederico Westphalen. É engenheiro agrônomo, engenheiro de Segurança do Trabalho, especialista em Administração Rural e mestre em Zootecnia. Na Emater/RS-Ascar, iniciou os trabalhos em 1997, tendo atuado nos escritórios de Tiradentes do Sul, Porto Xavier, São Luiz Gonzaga e Roque Gonzales. Foi assistente técnico estadual na área de Produção Animal e coordenou o Núcleo de Certificação de Produtos. Atualmente exerce a função de assistente técnico em Supervisão e Planejamento no regional de Lajeado, sendo também o presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

Carlos Augusto Lagemann – Gerente Regional Adjunto

Carlos Augusto Lagemann é natural de Ibirubá e tem 45 anos. É técnico agropecuário, possuindo também qualificação em Extensão Rural, Segurança Alimentar, Fruticultura Básica, Boas Práticas de Fabricação, Gestão Ambiental e Fitoterapia. Na Emater/RS-Ascar, iniciou seus trabalhos em 1997, como extensionista no município de São Vendelino, onde permaneceu até 2013. Na ocasião, foi transferido para o escritório de Bom Princípio. Desde 2009, também atua como instrutor do Centro de Treinamento da Emater/RS-Ascar de Nova Petrópolis.