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Área Técnica

Agroenergia

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A potencialização da agroenrgia deverá ser através da diversificação das atividades agrícolas, as quais se apresentam com características de maior potencial produtivo em relação ao que hoje depende quase que exclusivamente de soja, milho e feijão.

As dificuldades do setor primário é decorrente de diversos fatores, principalmente climáticos e de preços tem atingido sistematicamente o setor produtivo do estado, com reflexos em todos setores da economia, o que tem levado órgãos governamentais, através da (SDR), Secretaria de Desenvolvimento Rural Pesca e Cooperativismo em consonância com os programas ETANOL e BIODIESEL (PNPB),Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, de extensão rural buscarem novas oportunidades de desenvolvimento econômico social e ambiental, viáveis para o setor primário. Alternativas com maior estabilidade econômica, principalmente no que se refere às condições climáticas, embora não seja uma proposta nova, é a retomada de atividade como a cana de açúcar, canola, girassol, mandioca, sorgo sacarino e a batata doce que possuem zoneamento agroclimático.

O Estado do Rio Grande do Sul, com sua diversidade de clima, solo e cultural, poderá ter sua atividade agrícola alavancada e sua exploração agrícola de uma forma mais racional e obedecendo as aptidões apontadas pela pesquisa, (EMBRAPA e FEPAGRO) , e mais produtiva em termos econômicos, ambientais e sociais. Estes aspectos representam oportunidades que necessitam ser potencializadas com aportes de tecnologias e transferencia desta.

Objetivos

O trabalho da extensão rural tem por objetivo colaborar com os demais setores da cadeia da agroenergia, de modo ma consolidar o estado do Rio Grande do Sul como grande produtor e exportador de energia mais limpa através da produção de BIODIESEL e ETANOL. As ações deverão proporcionar maior sustentabilidade ambiental social e econômica dos agricultores e do estado.

Ações

Conforme a FAO, Índia e Brasil com uma produção em 2010 de 4.870.000 toneladas e 3.202.150 toneladas respectivamente, são os principais produtores e consumidores de feijão. Apesar do feijão a nível mundial ser de pouca importância comercial, é cultivado em cerca de 100 paises. A cultura do feijoeiro tem importância econômica, social para o Rio Grande do Sul, principalmente para a agricultura familiar,visto ser uma cultura caracterizada pela sustentabilidade e subsistência das famílias gaúchas. Na safra 2010/11 foram cultivados no Brasil 3.500.000 ha conforme o IBGE e o Rio Grande do Sul 103.000 ha, em primeira e segunda safra. No Estado o Feijão é cultivado 473 municípios, e a EMATER/RS-ASCAR vem atuando de forma a estimular e orientar sobre a importância da cultura, apesar do decréscimo da área de cerca de 167.000 em 2001 para cerca de 87.000 ha na safra atual a produção vem sendo mantida a em função do aumento da produtividade.

Objetivo

O trabalho da extensão rural tem por objetivo contribuir no aprimoramento da cultura do feijão buscando, consolidação do estado do Rio Grande do Sul como grande produtor e consumidor de forma sustentável e eficiente. As ações deverão proporcionar maior sustentabilidade ambiental social e econômica dos agricultores e do estado.

Ações

  • Transferência de tecnologias geradas pela pesquisa.
  • Assistência técnica e principalmente para os agricultores que estão iniciando com as culturas alternativas
  • Capacitações de técnicos e produtores, visando difundir praticas de sustentabilidade.
  • Instalação de unidades de demonstrativas,
  • Participação organização do Simpósio Estadual de Agroenergia,
  • Reunião técnica da mandioca e batata doce, assistência técnica aos agricultores assistidos.

Responsáveis pelas Informações

Alencar Paulo Rugeri
Duplhe Pinheiro Machado